Comece a digitar e veja o nome ganhar vida. Cada letra mexe nos indicadores em tempo real. No fim, gere o laudo completo.
A leitura estratégica não carregou agora. Os sinais técnicos seguem válidos. Quer um olhar humano? Chame no WhatsApp.
Conotações.
Pontos de atenção.
Combina com.
“”
Para verificar um nome no INPI, abra a busca de marcas no portal do INPI, escolha a pesquisa radical, que o próprio INPI recomenda por trazer nomes semelhantes, e digite só o núcleo do nome, sem palavras como "loja" ou "studio". Depois confira os resultados pela classe de Nice da sua atividade e veja a situação de cada processo encontrado.
O INPI avisa que o exame não olha só a grafia, mas também o som. "Kasa" e "Casa" podem ser tratados como a mesma marca. Por isso vale buscar também as variações de escrita que soam igual ao seu nome.
A lei de propriedade industrial não aceita como marca um sinal genérico ou só descritivo do que você vende. Se a busca não encontra nada para o nome do seu produto com um adjetivo do lado, pode ser justamente porque ninguém consegue registrar isso.
Sim. A exata traz só o nome idêntico. A radical busca por semelhança e aproximação, e é a que o INPI recomenda para quem vai pedir registro.
Em geral, sim, porque a proteção da marca vale dentro da classe de atividade. A exceção são as marcas de alto renome, que a lei protege em todos os ramos.
Não. Ela mostra o que já existe, mas quem decide é o exame do INPI, que também avalia se o nome é descritivo ou parecido demais no som. A análise de semelhança feita por especialista entra no laudo completo.
Um nome errado custa caro depois do logo pronto, do site no ar e do cartão impresso. Por uma fração do valor de uma consultoria, você decide com a segurança de um especialista.
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