Você chegou aqui porque já sabe que site ou sistema jurídico bonito não basta. A pessoa do outro lado da tela geralmente está decidindo algo que envolve dinheiro, prazo processual ou uma situação pessoal difícil, e não vai clicar em "contratar" só porque o layout está elegante. Ao mesmo tempo, qualquer interface pro seu escritório precisa respeitar os limites de publicidade da OAB: nada de prometer resultado, comparar com outro advogado ou destacar preço feito vitrine. Nossa página de UI & UX Design explica o processo em geral (pesquisa com usuários reais, protótipos navegáveis, testes de usabilidade antes de qualquer linha de código). Esta aqui existe porque aplicar esse processo direto, sem adaptar o roteiro de teste, a hierarquia de conteúdo e o tipo de prova social, produz uma interface que passa no crivo da OAB mas não converte, ou converte mas não deveria ter passado.
Toda decisão de tela vira debate de opinião, e no jurídico o clima pioraEm qualquer negócio isso já é comum: sócio acha que o botão devia ser azul, outro acha que devia ser maior. Em escritório de advocacia entra uma camada a mais, porque ninguém quer assinar embaixo de uma peça que possa ser lida como "apelo comercial agressivo" pela OAB. Sem pesquisa com usuário real e sem um critério além do gosto pessoal, cada reunião de revisão vira uma negociação entre estética e medo de infração, e o projeto trava no meio do caminho.
A conversão caiu e ninguém sabe o motivo, porque o motivo aqui costuma ser confiançaUm site institucional qualquer perde conversão por motivo técnico: formulário longo, botão escondido, página lenta. Um site de advocacia pode ter tudo isso resolvido e ainda assim não gerar contato, porque quem decide contratar advogado não age por impulso e está procurando sinal de credibilidade (número da OAB visível, tempo de atuação, clareza sobre a área de atuação) antes de preencher qualquer campo. Um diagnóstico de UX genérico, sem esse recorte, aponta problema técnico onde o problema é confiança.
Pesquisa "com usuários reais" de processo padrão não testa a pessoa certaUm roteiro de teste de usabilidade pensado pra e-commerce mede velocidade de clique e taxa de conclusão de tarefa. Quem está buscando um advogado pra inventário, divórcio ou causa trabalhista está num estado emocional diferente: mais devagar, mais desconfiado, mais preocupado em não errar um formulário que pede detalhes sensíveis do próprio caso. Aplicar o roteiro genérico produz dado real, mas sobre o comportamento errado.
O padrão de prova social que converte em outros nichos é proibido aquiDepoimento com resultado numérico, "advogado nota 10 comparado à concorrência", selo de "melhor escritório da cidade": isso é o que qualquer processo de UX que otimiza por conversão tende a recomendar, porque funciona em outros segmentos. Na advocacia, esse tipo de prova social pode configurar infração ética da OAB. Sem parar pra pensar nisso na etapa de design, o time acaba desenhando um espaço de "prova social" na página e só descobre depois que o conteúdo que caberia ali é proibido.
Protótipo testado e aprovado pode ainda assim violar uma norma da OABUm teste de usabilidade padrão responde "a pessoa encontrou o telefone de contato" e "o formulário foi fácil de preencher". Ele não responde "esse título promete um resultado" ou "esse comparativo com concorrente é permitido". Sem um checkpoint específico pra isso, o protótipo passa em todos os testes de usabilidade e só o problema regulatório aparece depois de publicado, ou pior, depois de uma reclamação.
Roteiro de teste de usabilidade adaptado ao estado emocional de quem decideEm vez de medir só tempo de tarefa e taxa de erro, o roteiro inclui perguntas sobre o que gera confiança ou hesitação na tela: "você confiaria em preencher esse formulário com o motivo da sua causa?", "essa página deixa claro em que área o escritório atua?". A gente observa hesitação e desconforto, não só cliques.
Checklist de compliance da OAB embutido antes do protótipo virar tela finalCada headline, CTA e bloco de prova social passa por uma revisão específica: nenhuma promessa de resultado ("ganhe sua causa"), nenhuma comparação direta com outro advogado ou escritório, nenhum preço em destaque de forma comercial. Isso entra como etapa do processo de design, não como revisão jurídica feita depois de pronto.
Hierarquia visual que dá peso à credencial, não à decoraçãoNúmero da OAB, tempo de atuação, áreas de atuação e formação entram no topo da página, com destaque visual real, não escondidos no rodapé em fonte pequena. Pra esse nicho, isso pesa mais na decisão do visitante do que uma foto de banco de imagens bem escolhida ou uma animação bonita.
Formulário de contato desenhado pra reduzir fricção emocional, não só fricção de usoMenos campos obrigatórios logo de cara, linguagem que não exige detalhar o problema íntimo antes de qualquer contato humano, e um aviso claro de sigilo perto do campo de mensagem. O objetivo é reduzir a barreira de "vou ter que contar meu problema pra um formulário" antes mesmo de falar com alguém.
pronto pra ter ui & ux design feito pra advocacia?
iniciar projetoVaria com o escopo: se é uma página só, um site institucional completo ou um sistema (área do cliente, por exemplo), e com quantas rodadas de teste com usuário fazem sentido pro caso. Pesquisa, protótipo navegável e teste de usabilidade juntos costumam levar algumas semanas, não dias. A gente prefere te dar um número e um prazo depois de entender o escopo real, em vez de chutar uma faixa genérica aqui.
Hoje a inovaccio não tem case publicado de UI & UX Design especificamente pra advocacia, nossos cases publicados são de outros segmentos. O que temos é experiência real em UI & UX Design como serviço (pesquisa, protótipo, teste) e essa página foi pensada em cima das particularidades da OAB e do comportamento de quem contrata advogado. Preferimos falar isso direto a fingir uma experiência que não existe.
Pode, com cuidado no que o depoimento fala. A OAB permite prova social sobre atendimento e clareza (como foi ser atendido, se as dúvidas foram esclarecidas), mas não sobre resultado do processo ("ele ganhou minha causa"). A gente ajuda a escrever ou roteirizar esse tipo de depoimento dentro do limite permitido.
Não precisa envolver cliente atual nem detalhe de caso nenhum. Dá pra rodar a pesquisa com pessoas no perfil de quem busca o tipo de serviço jurídico do escritório, sem tocar em informação sigilosa de processo real. Quando faz sentido ouvir alguém que já foi cliente, a conversa é sobre a experiência de atendimento, não sobre o conteúdo da causa.
Design bonito e design que funciona são coisas diferentes. Um site pode estar visualmente atualizado e ainda assim não deixar claro em que área o escritório atua, esconder a credencial que gera confiança ou ter um formulário que assusta quem está decidindo algo importante. UI & UX Design testa isso com gente de verdade antes de mudar qualquer coisa, em vez de redecorar por instinto.
Não. O que a OAB restringe é o tom: prometer resultado, comparar com outro advogado, destacar preço como vitrine, usar apelo comercial agressivo. Mostrar credencial (número da OAB, tempo de atuação, formação, áreas em que atua) é informação, não promessa, e é exatamente o tipo de conteúdo que ajuda quem está decidindo a confiar sem esbarrar em nenhuma restrição.