Se você é dono ou gestor de clínica, consultório médico ou odontológico e chegou até essa página depois de ler sobre estratégia digital no site, provavelmente já notou que falta alguma coisa: nenhum daqueles exemplos fala sobre CRM, CRO, LGPD ou sobre o que o conselho da sua categoria deixa (ou não deixa) você comunicar. Estratégia digital pra clínica não começa no pixel, no criativo ou na palavra-chave, começa entendendo o que o paciente decide antes de clicar em qualquer anúncio, e o que a legislação e a ética profissional permitem colocar na frente dele. É esse plano que construímos antes de qualquer peça sair do papel.
funil pensado pra e-commerce, aplicado numa decisão de saúdeDefinir funil de aquisição sem considerar que o paciente pesquisa credencial antes de clicar (CRM, CRO, rosto do profissional) faz o plano de mídia genérico converter mal desde a primeira campanha, porque copia uma lógica de venda que não é como se decide um consultório.
posicionamento com gatilho que o conselho de classe não permiteUm plano de posicionamento pensado pra outros segmentos costuma usar comparação direta com concorrente e gatilho de urgência. Pros conselhos de medicina e odontologia isso é motivo de restrição, então a estratégia precisa nascer já dentro do que pode ser dito, não ser corrigida depois que a campanha já rodou errada.
mapear os três concorrentes diretos não é olhar quem anuncia maisUm dos sinais clássicos de que falta estratégia é ninguém na empresa saber apontar os concorrentes diretos. Em clínica, quem mais rouba paciente costuma ser quem tem mais prova social e presença digital consistente, não quem investe mais em mídia paga. Um mapeamento genérico erra o alvo.
formulário de captação pedindo sintoma antes da horaEstratégia de geração de lead padrão manda perguntar queixa, sintoma ou histórico já no primeiro formulário pra qualificar o contato. Isso é dado sensível de saúde pela LGPD, e pedir isso em campo aberto no site pode virar problema jurídico antes de virar agendamento.
campanha que muda de direção todo trimestre por causa da comunicação, não da mídiaQuando o funil muda de direção o tempo todo, o problema raramente é o canal, é o posicionamento raso. Em clínica, esse raso costuma vir de tentar prometer resultado (tipo antes e depois exagerado ou sorriso perfeito em poucas sessões) sem antes definir o que pode ser comunicado dentro das regras da profissão.
mapeamento de concorrência que olha credencial, não só anúncioAnalisamos quem exibe CRM ou CRO de forma visível, quem usa rosto real do profissional (não banco de imagem) e quem tem depoimento de paciente autorizado, porque é isso que pesa na decisão de marcar consulta, não só quem aparece mais no feed.
funil com formulário enxuto: nome, telefone e procedimento de interesseO plano define campo por campo o que entra no formulário aberto do site (nome, telefone, procedimento de interesse) e o que fica pra conversa privada por telefone ou WhatsApp com a recepção, onde sintoma e histórico podem ser tratados com mais segurança.
guia de tom por canal alinhado ao conselho de classeAntes de qualquer anúncio ou post sair, o plano define o que pode e o que não pode aparecer em cada canal: sem promessa de resultado, sem comparação com outro profissional, sem preço em destaque como chamada principal. É regra escrita, não bom senso de quem está criando a peça naquele dia.
protocolo de prova social com autorização documentadaComo pedir e registrar a autorização do paciente pra usar depoimento ou imagem, o que pode entrar num antes e depois sem virar propaganda enganosa, e como estruturar isso de um jeito que resista a uma fiscalização do conselho.
pronto pra ter estratégia digital feito pra clínicas e consultórios?
iniciar projetoNão temos pacote fechado e publicado, porque o escopo muda com o tamanho do mercado a mapear e quantos canais entram no plano (site, redes, mídia paga). Na conversa inicial entendemos o consultório, os concorrentes e os canais que já usa, e só depois fechamos prazo e investimento. O que dá pra garantir é que o plano vem antes de qualquer contratação de mídia, não depois.
Sendo direto: hoje não temos case publicado de estratégia digital nesse nicho especificamente. Os cases que temos no site são de site institucional, em outros segmentos. O que existe de verdade é a experiência da inovaccio com estratégia digital como serviço, e o fato de essa página ter sido pensada em cima das particularidades reais do setor de saúde (LGPD, conselho de classe, credencial), não copiada de um material genérico.
O formulário público do site pede só o necessário pra iniciar contato: nome, telefone e procedimento de interesse. Sintoma, queixa e histórico de saúde são dado sensível pela LGPD e não entram em campo aberto; isso fica pra conversa direta, por telefone ou WhatsApp, já com a recepção ou o profissional.
Pode, sim. As restrições do conselho são sobre a forma, não sobre existir campanha: nada de prometer resultado, comparar com outro profissional ou destacar preço como chamada principal. Dá pra fazer mídia paga mostrando credencial, estrutura e forma de atendimento, sem cair em apelo comercial agressivo.
Recomendamos aparecer, sim. Rosto real do profissional e do espaço físico pesa mais na confiança do paciente do que imagem de banco, que qualquer clínica concorrente também usa. Isso entra no plano de prova social, com orientação de quais fotos e vídeos usar e como pedir autorização quando envolver paciente.
A genérica olha mercado, concorrência e funil sem considerar que saúde tem regra própria de comunicação e dado sensível envolvido. A nossa entra desde o início considerando o que o conselho de classe permite falar, o que a LGPD permite pedir no formulário e o que realmente gera confiança pra quem decide marcar uma consulta.