É o caso mais comum que resolvemos: um processo que começou numa planilha simples e cresceu até virar um risco silencioso pro negócio. Nenhuma planilha "quebra" de uma vez — ela vai ficando cada vez mais frágil até o dia em que quebra de verdade.
1. Só uma pessoa entende as fórmulas
Se o processo depende de uma pessoa específica estar disponível pra mexer naquela planilha, isso não é uma ferramenta — é um ponto único de falha. Férias, saída da empresa ou um dia de imprevisto e ninguém mais sabe operar o processo.
2. A mesma informação existe em lugares diferentes
Cliente cadastrado na planilha de vendas, de novo na de faturamento, de novo na de suporte. Cada cópia é uma chance de ficar desatualizada — e ninguém percebe até um número não bater.
3. Já teve arquivo corrompido, sobrescrito ou perdido
Planilha compartilhada por e-mail ou pasta de rede não tem controle real de quem mudou o quê e quando. Um "Ctrl+Z" que não funciona ou um arquivo salvo por cima já custou tempo (ou dado) que não devia ter custado.
4. Ninguém confia 100% nos números
- Relatório mensal que exige "bater com o financeiro" antes de apresentar.
- Mais de uma versão do "número certo" circulando entre times diferentes.
5. O processo cresceu, a planilha não
O que funcionava pra 20 clientes vira insustentável em 200. Quando o tempo gasto mantendo a planilha começa a competir com o tempo gasto usando ela pra decidir algo, o custo de continuar já passou do custo de migrar.
Nenhum desses sinais, sozinho, significa que é hora de trocar tudo amanhã. Mas se dois ou mais soam familiares, vale mapear o processo real antes que ele decida por você, num momento pior.
